Com referência à gestão de mudanças do modelo do CCPS (Cent...
Devido ao fato de o processo de gestão de mudança temporária ser, logicamente, simplificado, é necessário assegurar que a mudança temporária seja transformada em permanente.
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Alternativa correta: E – Errado.
A gestão de mudanças é uma parte crucial da Gestão de Segurança de Processo Baseada em Risco, que busca assegurar a segurança e a integridade dos processos industriais. Especificamente no modelo do Center for Chemical Process Safety (CCPS), a gestão de mudanças eficaz tem o objetivo de identificar e mitigar os riscos associados a qualquer alteração no processo, seja ela temporária ou permanente.
Quando falamos sobre gestão de mudança temporária, é essencial entender que mesmo sendo uma alteração prevista para um curto período, ela não deve ser tratada de maneira simplificada ou com menos rigor que uma mudança permanente. Pelo contrário, todas as mudanças, independentemente da sua duração, devem ser cuidadosamente analisadas quanto aos seus riscos potenciais.
A afirmação da questão sugere que uma mudança temporária deve ser necessariamente transformada em permanente, o que é um equívoco. A decisão de tornar uma mudança temporária em permanente depende de uma análise detalhada e da avaliação dos resultados da mudança. O processo de transformação de uma mudança temporária em permanente deve ser uma decisão consciente e baseada na análise de risco, eficácia operacional e conformidade com normas e padrões de segurança aplicáveis. Portanto, não é uma questão de necessidade, mas sim de avaliação criteriosa.
Em resumo, a gestão de mudanças temporárias é uma parte integrante da gestão de riscos e deve ser tratada com o mesmo nível de seriedade e análise que qualquer outra mudança no processo. A assertiva incorre no erro de pressupor que a transformação de mudanças temporárias em permanentes é um procedimento padrão, quando na verdade, isso deve ser uma decisão resultante de uma avaliação minuciosa.
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Comentários
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1. A gestão de mudança temporária NÃO é simplificada: De acordo com as diretrizes do CCPS, uma mudança temporária (como o isolamento provisório de um alarme, o uso de uma mangueira flexível temporária ou um desvio de linha) apresenta riscos frequentemente maiores do que uma mudança permanente. Por ser temporária, ela introduz condições operacionais anômalas. Portanto, o rigor da análise de risco, dos testes e das aprovações para uma mudança temporária deve ser exatamente o mesmo (ou até mais rigoroso) do que o de uma mudança definitiva.
2. Mudanças temporárias NÃO devem obrigatoriamente se tornar permanentes: O objetivo de uma mudança temporária é resolver uma situação emergencial ou de curto prazo. A regra de ouro do CCPS para mudanças temporárias é o controle do tempo de vida da alteração. Ela deve possuir uma data de expiração rígida para que o sistema retorne à sua condição original de projeto. Se houver o desejo de torná-la permanente, um novo processo de Gerenciamento de Mudança (MOC) específico para modificação definitiva deve ser aberto e avaliado do zero.
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