Em 25 de setembro de 2017, o jornalista Carlos Eduardo
Lins da Silva, em sua coluna para uma emissora universitária, referiu-se a um episódio envolvendo um jornalista americano que notou, em uma mesa vizinha, um dos
advogados do presidente Donald Trump. Sem se identificar, esse jornalista ouviu os comentários do advogado
com seus colegas de mesa e enviou as informações aos
repórteres que cobriam a denúncia de que Trump tinha
ligações não reveladas com a Rússia.
Segundo o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros,
se esse fato tivesse ocorrido com um profissional brasileiro, seria correto afirmar que o profissional