No exercício de suas atividades, um agente de com
bate às endemias utilizou um computador da unidade de saúde para registrar dados de visitas domiciliares. Ao conectar um pendrive pessoal para
transferir relatórios, o equipamento passou a apresentar comportamento anormal, com envio de informações sem autorização para servidores externos.
Após análise técnica, verificou-se a presença de um
malware avançado, capaz de se ocultar em arquivos
aparentemente legítimos, manter comunicação remota com um servidor de comando e controle (C2) e
realizar exfiltração de dados sensíveis, como informações de moradores cadastrados. Correlacionando
o cenário descrito com as características do malware
conhecido como PlugX, infere-se que: