Teixeira (2020), ao abordar as relações entre singularidade...
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No pensamento crítico-dialético, não devemos analisar um fenômeno social olhando apenas para aquilo que aparece imediatamente.
Pense assim:
SINGULAR → PARTICULAR → UNIVERSAL/TOTALIDADE
Vou trazer para o Serviço Social.
Imagine uma pessoa desempregada.
Singularidade: é aquilo que aparece concretamente naquele indivíduo.
Se eu ficar apenas no singular, posso concluir:
Percebe o perigo? Transformamos uma manifestação da questão social em um problema exclusivamente individual.
Agora vamos ao outro extremo: o universal.
Isso pode estar correto, mas ainda é muito abstrato para explicar por que João, especificamente, está desempregado naquele momento e naquelas condições.
É aí que entra a peça fundamental:
A particularidade faz a mediação entre aquilo que acontece com o indivíduo e as determinações mais amplas da sociedade.
Por exemplo:
João desempregado
⬇️
baixa escolaridade + território onde vive + mercado de trabalho local + idade + qualificação + relações de trabalho + políticas públicas
⬇️
estrutura econômica e relações sociais capitalistas
Ou seja:
SINGULAR ← PARTICULARIDADE/MEDIAÇÕES → UNIVERSAL
A particularidade permite compreender como as determinações universais se concretizam naquela situação singular.
Segundo a formulação apresentada na questão, o pensamento burguês elimina a particularidade.
Se eu retiro justamente aquilo que faz a mediação entre singular e universal, os dois passam a aparecer como coisas separadas e opostas.
Daí:
Eles aparecem como ANTAGÔNICOS.
Gabarito: C — antagônicos.
Explicação: Chat GPT
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