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Matos (2020), valendo-se dos ensinamentos de Iamamoto (1995...

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Q4197384 Serviço Social
Matos (2020), valendo-se dos ensinamentos de Iamamoto (1995), afirma que os assistentes sociais precisam dizer não ao fatalismo e ao messianismo.

A respeito do assunto, fatalismo e messianismo referem-se, respectivamente, às concepções de que
Alternativas

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Gabarito: C

Fundamento decisivo: O ponto decisivo era a correspondência, na ordem pedida em "respectivamente", entre fatalismo e messianismo: a alternativa correta precisava trazer primeiro a ideia de impossibilidade de agir e depois a de atribuição exagerada de solução ao assistente social.

Tema central: Fatalismo e messianismo
Análise das alternativas
A
Errada
Está errada porque usa sentidos religiosos ou literais de morte e salvação divina, que não correspondem ao uso técnico-profissional de fatalismo e messianismo cobrado na questão.
B
Errada
Está errada porque a primeira parte, "o trabalho do assistente social dá-se em condições objetivas", não define fatalismo. Já a segunda parte não traduz o par conceitual correto cobrado na questão.
C
Certa
A alternativa C está correta porque reproduz os sentidos técnicos consagrados desses dois conceitos no debate profissional do Serviço Social, na ordem pedida. Fatalismo aparece como imobilismo diante da realidade social, expresso em "não há o que fazer". Messianismo aparece como superestimação voluntarista da profissão, como se "toda solução" estivesse nas mãos dos assistentes sociais.
D
Errada
Está errada porque "a profissão é endógena" não define fatalismo neste item. Já "não adianta intervir, porque o fracasso é certo" remete a fatalismo, não a messianismo, embaralhando os sentidos exigidos.
E
Errada
Está errada porque inverte a ordem dos conceitos. "O assistente social é um herói" corresponde a messianismo, enquanto "a realidade já está dada de forma definitiva, sem condições para alteração" corresponde a fatalismo; a questão pedia primeiro fatalismo e depois messianismo.
Pegadinha da questão
A confusão real estava em reconhecer os dois conceitos, mas ignorar a exigência de ordem em "respectivamente", o que poderia levar à marcação da alternativa E; também havia o risco de tomar "messianismo" em sentido religioso, e não técnico-profissional.
Dica para questões semelhantes
  • Quando a questão cobrar fatalismo no Serviço Social, procure o núcleo de imobilização: negação da possibilidade de intervenção transformadora.
  • Quando cobrar messianismo, procure o núcleo voluntarista: atribuição exagerada de poder salvacionista ao profissional.
  • Em itens com "respectivamente", confira não só se os conceitos aparecem, mas se estão na ordem exata pedida.

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