René Le Fort (1901) estudou as fraturas da maxila em
cadáveres, atirando-os ao solo e, posteriormente,
dissecando-os. Ele, então, classificou as zonas de
fragilidade da maxila e descreveu as fraturas tipo Le Fort
I, Le Fort II e Le Fort III. A fratura descrita como "Esta
linha de fratura ocorre imediatamente acima dos ápices
dos dentes e estende-se posteriormente até a parte
inferior do processo pterigoide do esfenoide. Separa-se,
assim, o processo alveolar do corpo da maxila de cada
lado; e fraturam-se, ainda, o septo nasal ósseo (vômer),
os dois palatinos e os dois processos pterigóideos.
Ocorre, portanto, fratura dos três pilares de sustentação
da maxila na base destes, próximo aos alvéolos."
representa uma fratura do tipo:
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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