O risco de complicações do parto aumenta após 280 dias
ou 40 semanas de gestação; o tamanho excessivo do feto
pode causar trabalho de parto disfuncional e distocia de
ombro, possivelmente necessitando de um parto cesariano. A hipóxia intrauterina no feto pós-termo pode desencadear aumento na produção de hemácias, causando policitemia, que pode, por sua vez, levar a uma perfusão lenta,
bem como complicações associadas à hiperviscosidade. A
liberação de mecônio ocorre com uma frequência duas
vezes maior; a síndrome de aspiração de mecônio ocorre
oito vezes mais frequentemente em neonatos pós-termo
do que em demais neonatos, apresentando, também, pele
e unhas com manchas de cor amarelo forte; o cordão umbilical, a placenta e as membranas placentárias podem ser
manchados de marrom esverdeado. Alguns pesquisadores
sugerem que o feto pode ter suas reações mais intensificadas do que o feto a termo a episódios de asfixias, anormalidade, cardíacas fetais, podendo apresentar Gasping, que
se trata de: