Um recém-nascido a termo, com 36 horas de vida, filho de
mãe com histórico de infecção por citomegalovírus
durante a gestação, realizou Triagem Auditiva Neonatal
(TAN) antes da alta hospitalar. O exame evidenciou “falha”
bilateral nas Emissões Otoacústicas Evocadas Transientes
(EOAT). O recém-nascido encontra-se clinicamente estável,
sem intercorrências neonatais graves.
Com base nas diretrizes da Triagem Auditiva Neonatal, os
fatores de risco para perda auditiva e a atuação do
fonoaudiólogo, qual é a conduta mais adequada nesse
caso?