Mulher de 64 anos, portadora de adenocarcinoma de pâncreas metastático em tratamento quimioterápico contínuo,
apresenta dispneia súbita intensa, dor torácica aguda e leve taquicardia, sem febre ou sinais de infecção. A
angiotomografia de tórax confirma trombo em artéria lobar pulmonar, sem hipotensão ou choque. Exames
laboratoriais mostram plaquetas 110.000/mm3, creatinina normal e ausência de sangramento ativo. Qual é a conduta inicial mais adequada?