Dona Iolanda, 78 anos, é portadora de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) grave, Hipertensão Arterial
Sistêmica (HAS) e Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2). Após uma recente exacerbação da DPOC que culminou em 10 dias
de internação hospitalar por insuficiência respiratória, ela recebeu alta para continuar o tratamento em casa. A família,
que reside em uma área de abrangência com Estratégia de Saúde da Família (ESF) bem estruturada, busca a equipe da
Unidade Básica de Saúde (UBS) para auxílio na organização do cuidado.
Dona Iolanda encontra-se acamada, dependente de concentrador de oxigênio por 16 horas/dia e necessita de dieta
enteral por sonda nasogástrica (SNG), além de curativos diários em úlcera por pressão em região sacral. A filha, que é a
cuidadora principal, demonstra sinais de sobrecarga física e emocional. A equipe de saúde avalia a paciente e a
classifica para o Serviço de Atenção Domiciliar (SAD) na modalidade AD2 (Atenção Domiciliar de Nível 2 - Programa
Melhor em Casa), o que exige a articulação do cuidado entre a Equipe Multidisciplinar de Atenção Domiciliar (EMAD)
e a equipe de APS. A complexidade do caso exige uma transição segura e eficaz do hospital para o domicílio.
Considerando o caso e a organização da Atenção Domiciliar (AD) no Sistema Único de Saúde (SUS) como um
componente da Rede de Atenção à Saúde (RAS), qual das alternativas a seguir representa a estratégia mais
adequada e fundamental para a gestão contínua e integral do cuidado de Dona Iolanda?
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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