Mulher cisgênero de 26 anos, profissional do sexo, comparece
a uma Unidade Básica de Saúde para consulta agendada. Relata
uso inconsistente de preservativos e manifesta preocupação
com o risco de infecção pelo HIV. Nega comorbidades ou uso
contínuo de medicações. Realizou teste rápido para HIV há
2 meses em uma ação social, com resultado não reagente,
e exames laboratoriais recentes, que mostram função renal
preservada. Durante a consulta, a médica de família oferta
novos testes rápidos para HIV, sífilis, hepatites B e C, todos não
reagentes, e exclui, por anamnese e exame físico, a presença
de sinais e sintomas de infecção aguda pelo HIV ou outras
infecções sexualmente transmissíveis ativas no momento.
Considerando-se o início da prevenção, o manejo da profilaxia
pré-exposição (PrEP) para esse caso é prescrevê-la na
modalidade