A estabilidade pélvica durante a fase de apoio unipodal na ...

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Q4332090 Fisioterapia
A estabilidade pélvica durante a fase de apoio unipodal na marcha depende da ação eficiente dos músculos abdutores da anca, em especial do glúteo médio. A insuficiência funcional dessa musculatura compromete o controle do plano frontal, levando à adoção de estratégias compensatórias que visam reduzir o momento adutor sobre a articulação coxofemoral. Quando há inclinação lateral do tronco para o lado do membro em apoio, como forma de diminuir a exigência mecânica sobre os abdutores enfraquecidos e preservar o equilíbrio pélvico, o padrão biomecânico observado corresponde a:
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C) Sinal de Trendelenburg

O sinal de Trendelenburg ocorre quando há fraqueza ou insuficiência dos músculos abdutores do quadril, principalmente o glúteo médio, durante o apoio unipodal.

O que acontece?

  • Durante o apoio em uma perna, os abdutores precisam estabilizar a pelve.

  • Se estão enfraquecidos, ocorre dificuldade para manter a pelve nivelada.

  • O paciente pode inclinar o tronco para o lado do membro em apoio.

  • Essa inclinação desloca o centro de massa e reduz o momento adutor sobre o quadril, diminuindo a demanda dos abdutores.

Por que as outras estão erradas?

  • A) Marcha atáxica: relacionada à alteração da coordenação e equilíbrio, com base alargada e marcha irregular.

  • B) Sinal de Babinski: resposta plantar patológica, relacionada à lesão do trato corticoespinal.

  • D) Marcha parkinsoniana: passos curtos, redução do balanço dos braços, festinação e postura flexionada.

  • E) Claudicação vascular: dor durante a marcha por insuficiência arterial, geralmente aliviada pelo repouso.

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