Um homem de 35 anos, com esquizofrenia e abandono do antips...
Gabarito comentado
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Para resolver esta questão, é fundamental compreender o manejo das emergências psiquiátricas, especialmente no contexto de um paciente com esquizofrenia que apresenta sintomas agudos e potencial risco de agressão.
Alternativa Correta: C - Reintroduzir antipsicótico, associar sedação e avaliar possibilidade de internação breve, checando riscos e orientando a família sobre adesão.
No manejo inicial de um paciente com esquizofrenia em crise, a prioridade é garantir a segurança do paciente e dos outros. Isso frequentemente envolve a reintrodução de medicamentos antipsicóticos, que são fundamentais para controlar sintomas psicóticos como alucinações e agitação. A sedação pode ser necessária para manejar a agitação e prevenir agressão. Avaliar a possibilidade de internação breve é importante para um monitoramento adequado e para ajustar a medicação, além de orientar a família sobre a importância da adesão ao tratamento. Esta abordagem está alinhada com diretrizes clínicas e práticas comuns em psiquiatria.
Alternativas Incorretas:
A - Esperar regressão espontânea, sem intervenção medicamentosa ou medidas de segurança. Esta opção é inadequada porque o paciente apresenta sintomas agudos que exigem intervenção imediata. A espera sem intervenção pode colocar o paciente e outros em risco. Além disso, sem tratamento, os sintomas podem se agravar.
B - Prover apenas psicoterapia expressiva a longo prazo, ignorando medicação na fase aguda. Esta alternativa não é apropriada na fase aguda de uma crise psicótica. A psicoterapia pode ser uma parte importante do tratamento a longo prazo, mas, no contexto de crise, o manejo farmacológico é fundamental para estabilizar o paciente.
D - Forçar internação compulsória prolongada, dispensando avaliação psiquiátrica formal. Internações compulsórias devem ser consideradas apenas como último recurso e sempre com avaliação psiquiátrica formal. A internação prolongada sem avaliação não é uma prática ética ou eficaz, além de desconsiderar o direito do paciente a uma avaliação justa.
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