Com base nos estágios da Tromboangiite Obliterante quanto a...
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Tema central: Tromboangiite Obliterante (TAO) – Estadiamento Clínico
A tromboangiite obliterante, também conhecida como Doença de Buerger, é uma vasculite que acomete preferencialmente artérias de pequeno e médio calibre, principalmente em membros inferiores de pacientes jovens e tabagistas. O correto reconhecimento dos estágios clínicos é fundamental para o diagnóstico e conduta adequada, frequentemente exigidos em provas de concursos médicos.
Justificativa da alternativa correta (D - Segundo estágio):
No segundo estágio, ocorre o início da oclusão parcial das artérias, levando ao quadro típico de claudicação intermitente – dor ou sensação de adormecimento nos pés ou panturrilhas ao caminhar longas distâncias ou rapidamente, aliviada com o repouso. Segundo o Manual MSD (Tromboangiite Obliterante): “Os sintomas são os mesmos da redução do fluxo de sangue nas extremidades: sensação de frio, dormência, formigamento ou ardor.” A presença de flebites superficiais de repetição reforça o diagnóstico neste estágio, cuja suspeita é eminentemente clínica.
Análise das alternativas incorretas:
A) Primeiro estágio: Neste momento, há alterações iniciais, geralmente assintomáticas ou apenas com desconforto muito discreto. Não há claudicação típica nem flebites recorrentes marcantes.
B) Quarto estágio: Refere-se a complicações graves como úlceras, necrose tecidual ou gangrena. O quadro é muito mais severo do que a claudicação intermitente descrita no enunciado.
C) Terceiro estágio: Caracteriza-se pelo surgimento de dor em repouso, indicando isquemia crítica. Os sintomas se tornam persistentes e não mais relacionados apenas ao exercício.
Dica de prova: Atenção a palavras-chave como “claudicação intermitente”, “adormecimento ao caminhar” e “diagnóstico baseado em sintomas” – elas delimitam especificamente o segundo estágio da TAO, evitando confusões com fases assintomáticas ou de isquemia crítica.
Referências: Manual MSD – Tromboangiite Obliterante; Harrison’s Principles of Internal Medicine, 20ª ed.; recomendações da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.
Resumo: Identifique sempre o quadro clínico central da questão e relacione-o ao estadiamento da doença para acertar esse tipo de item!
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