Em um futuro distante, dois amigos querem testar
uma das consequências mais exóticas da teoria da
relatividade especial: a dilatação do tempo. Para
tanto, eles dispõem de uma nave espacial capaz de
viajar a uma velocidade igual a 80% da velocidade
da luz no vácuo e de relógios atômicos altamente
precisos. Eles, então, fixam diversos desses
relógios na trajetória que a nave percorrerá,
sincronizando-os, de modo que o viajante da nave
possa ver a hora marcada por algum deles sempre
que olhar para fora, em qualquer posição que
estiver. A seguir, o viajante sincroniza o seu
relógio com um daqueles dispostos ao longo
caminho, entra na nave e viaja até que o seu relógio
marque o tempo de 1,00 minuto transcorrido desde
a sua partida (despreze os efeitos da aceleração da
nave). Nesse mesmo instante, ele olha para fora e
mede o tempo transcorrido para o observador que
ficou fora da nave, por meio de um dos relógios
previamente fixados. Com base nessas
informações, é correto afirmar que o tempo
transcorrido para quem ficou fora da nave, após ter
se passado 1 minuto para o viajante, foi de