As fissuras orais (labial, labiopalatina ou palatina) destacam-se entre as alterações
congênitas da boca. Essas lesões decorrem da falta de fusão dos processos nasais mediais e destes
com os maxilares durante a formação do bebê. Apesar de ser uma anomalia com serviços de referência
para o tratamento, é importante ressaltar que, no Brasil, estima-se entre 1,5 e 1 caso por mil nascidos
vivos. Conforme Mossey (2011), apesar das evidências das associações variarem na literatura, são
principais fatores de risco relacionados a fissuras orais, EXCETO:
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