Uma característica marcante das curvas TTT, Tempo- -Tempera...
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Alguém saberia explicar essa questão?
Fala comigooo
Arthur, essa questão enfeitou o pavão...
A) nucleação do precipitado depender de um superresfriamento abaixo da temperatura de equilíbrio entre as fases α e β, e o crescimento do precipitado depender da BAIXA difusividade presente em baixas temperaturas.
B) nucleação do precipitado não ( CLARO QUE DEPENDE) depender de um superresfriamento abaixo da temperatura de equilíbrio entre as fases α e β, e o crescimento do precipitado depender da elevada difusividade presente em baixas temperaturas.
C) nucleação do precipitado depender de um superresfriamento abaixo da temperatura de equilíbrio entre as fases α e β, e o crescimento do precipitado depender da baixa difusividade presente em baixas temperaturas.
D) crescimento do precipitado depender de um SUPERRESFRIAMENTO ABAIXO da temperatura de equilíbrio entre as fases α e β, e a nucleação do precipitado depender da baixa difusividade presente em baixas temperaturas.
E) crescimento do precipitado depender de um SUPERRESFRIAMENTO ABAIXO da temperatura de equilíbrio entre as fases α e β, e a nucleação do precipitado depender da BAIXA difusividade presente em baixas temperaturas.
LETRA C
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A curva tem formato de C porque a transformação é lenta logo abaixo da temperatura de transformação, sendo necessário um superresfriamento. Porém, se abaixar demais a temperatura, a transformação também demorará pela baixa difusividade em baixas temperaturas
TRADUZINDO A QUESTÃO.
nucleação do precipitado depender de um superresfriamento abaixo da temperatura de equilíbrio entre as fases α e β,
Nos corpos de prova resfriados em espaços de tempos mais curtos pode-se observar uma completa transformação da microestrutura em martensita durante o resfriamento, pois não existe tempo suficiente para que haja transformação completa e controlada do aço. Por outro lado, nas amostras resfriadas em espaços de tempo mais longo, se transformam em Ferrita, Cementita, Perlita ou Bainita dependendo da temperatura e da composição do aço.
e o crescimento do precipitado depender da baixa difusividade presente em baixas temperaturas.
Reação martensítica, que ocorre sem difusão/baixa difusão com produção de uma fase metaestável.
O formato da curva em C se dá por causa de dois fatores que disputam entre si as possíveis transformações de fases da austenita: a Força Motriz Termodinâmica (ΔG / superresfriamento ΔT) e a mobilidade atômica.
A força motriz ΔG é basicamente a diferença entre a temperatura de equilíbrio do diagrama TTT e uma temperatura almejada de resfriamento qualquer. Quanto maior essa diferença, maior a força motriz, ou seja, o material "quer" se transformar e mudar de fase.
Temperaturas muito baixas implicam grande força motriz.
Entretanto, não basta a força motriz, é preciso conseguir se movimentar. A mobilidade atômica faz-se importante nessa etapa. E ela é dada pela equação de Arrenhius:
D = Do. exp (-Q/RT)
A difusividade D cresce exponencialmente com a temperatura.
Regiões que possuem altas temperaturas possuem alta difusividade, conseguem se mover bem, mas pouca força motriz. Como resultado, a transformação nas partes superiores do diagrama TTT é mais lenta.
Regiões que possuem baixas temperaturas possuem baixa difusividade, têm dificuldade em movimentar os átomos, mas possuem uma enorme força motriz. Também haverá uma transformação lenta.
É justamente no meio que as transformações serão mais rápidas, pois a força motriz é considerável e a temperatura ainda não decaiu para regiões mais baixas. Daí o formato de C no diagrama TTT
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