"A autonomia do professor é amplamente estudada e considera...

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Q3367858 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como fazer resoluções de mudanças na vida e realmente cumpri-las


Há alguma mudança que você gostaria de fazer na sua vida? Quem sabe finalmente escrever aquele romance em que vem pensando há anos. Ou talvez você ache que está na hora de começar a economizar dinheiro para viajar nas férias ou para dar entrada na compra de uma casa ou apartamento. Ou você simplesmente gostaria de melhorar seu condicionamento físico.


Isso é maravilhoso. Mas todos nós sabemos que pode ser difícil se ater a esse tipo de mudança. Os números de matriculados nas academias de ginástica sugerem que metade dos alunos novos desiste em seis meses, e muitos de nós temos evidências de hobbies outrora amados espalhadas por nossas casas.


Para escrever aquele livro, por exemplo, você precisará encontrar tempo para isso e persistir, mesmo quando a situação apertar e o entusiasmo inicial desaparecer.


Primeiro, você deve se perguntar por que está fazendo isso.


Minha pesquisa analisa a psicologia de fazer mudanças por meio das lentes do que é conhecido como teoria da autodeterminação, que propõe que há diferentes formas de motivação. Elas vão desde, por exemplo, estar motivado a fazer algo porque alguém está obrigando você a fazer, até estar motivado porque você acha que é divertido.


Olhando desta forma, as grandes mudanças, como se capacitar para uma nova carreira, e as menores, como participar de uma aula de ginástica semanal, são todas iguais. O que importa é o motivo que você tem para fazer isso.


Encontre o motivo certo


Você pode ter mais de um motivo para fazer uma mudança. Talvez você queira começar algo porque é uma tendência do TikTok, e todo mundo parece estar fazendo isso, ou talvez a sugestão esteja vindo de alguém que faz parte da sua vida. Estes são motivos externos para fazer algo, e este tipo de motivação tem menos chance de ser bem-sucedida.


Concentre-se naquelas que estão "internalizadas", que vêm de dentro de você. Se você conseguir encontrar uma razão pela qual a mudança é importante para você, e tiver sua própria motivação para colocá-la em prática, é muito mais provável que você se atenha a ela. Precisa ser algo que esteja alinhado com seus valores, algo em que você acredite.


Assim, o que você está fazendo nem precisa ser algo que você goste, desde que seja algo que você sinta que é importante para você.


Pense na decisão de economizar dinheiro, por exemplo.


Esta não é uma atividade inerentemente divertida para a maioria das pessoas, mas o ato de economizar pode ser importante devido ao que representa ou ao que isso leva — a viagem de férias ou a casa que você poderia comprar com o dinheiro que guardou. Quando começar a vacilar na sua meta, pensar neste motivo pessoal ajudará você a seguir adiante.


Há dois outros conceitos importantes da teoria da autodeterminação misturados à ideia de uma ação alinhada aos valores pessoais. Quando você faz algo que vem dos seus valores, você deve estar agindo com autonomia — fazendo algo que quer fazer, não algo que outras pessoas obrigaram você a fazer.


Esse é um conceito-chave na teoria, mas pode ser difícil alinhar com coisas como trabalho ou estudo. Talvez sua meta seja se dedicar ao trabalho ou tirar uma boa nota nos estudos. Mas a maioria das pessoas tem um chefe, ou orientador, e a função deles é instruir você sobre o que fazer.


Se você for professor, precisa trabalhar de acordo com o horário da escola, quer goste ou não. No entanto, em outros trabalhos nos quais você estiver mais motivado, poderá fazer algumas escolhas por si mesmo. O magistério é um exemplo interessante de quando isso não acontece, pois, na Inglaterra, essa profissão, que já era bastante estruturada, tornou-se ainda mais rígida nos últimos anos, coincidindo com um problema de recrutamento e retenção. 


A autonomia do professor é amplamente estudada e considerada importante, mesmo fora da teoria da autodeterminação, e a percepção da falta de autonomia é provavelmente um dos motivos pelos quais as pessoas podem querer deixar o emprego.


Disponível em:https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m13 jn0jnmo - adaptado
"A autonomia do professor é amplamente estudada e considerada importante, mesmo fora da teoria da autodeterminação."

Os vocábulos 'autonomia' e 'autodeterminação' não apresentam hífen em sua grafia. A seguir, os vocábulos também estão grafados corretamente sem hífen, EXCETO:
Alternativas

Gabarito comentado

Confira o gabarito comentado por um dos nossos professores

Tema central: A questão trabalha Ortografia Oficial, especificamente o uso do hífen em palavras compostas e prefixadas conforme o Acordo Ortográfico vigente. Dominar essa regra é essencial em provas de concursos, pois garante o respeito à norma-padrão da Língua Portuguesa.

Justificativa da alternativa correta:

A alternativa D) subregião está errada, pois a grafia correta é sub-região, com hífen. Segundo o Acordo Ortográfico de 1990, “com os prefixos sub- e sob-, usa-se o hífen diante de palavra iniciada por ‘r’”. Exemplo: sub-região, sub-raça. Na alternativa, “subregião” foi escrito sem o hífen, contrariando a norma.

Analise das alternativas incorretas:

A) hipersensível: Não leva hífen. “Hiper-” terminado em consoante, seguido de “sensível”. Nada impede a junção. Correta segundo a norma (hipersensível).

B) antiaéreo: Não leva hífen. “Anti-” seguido de vogal diferente. Regra: não há hífen (antiaéreo).

C) supraestrutura: Prefixo terminado em vogal, seguido de vogal diferente. Não se usa hífen (supraestrutura).

E) contraordem: “Contra-” seguido de vogal diferente. Não há hífen (contraordem).

Estratégias para evitar pegadinhas:

Quando o prefixo termina em vogal e a palavra seguinte começa com a mesma vogal, usa-se o hífen (anti-inflamatório). Se for vogal diferente, não (antiaéreo). Atenção:

  • sub- + palavra iniciada por “r” = sub-região;
  • super- e hiper- só levam hífen se houver repetição da letra inicial;
  • Para contra-, supra-, anti-, atenção à vogal do segundo elemento.

Referências importantes:

Evanildo Bechara destaca que o hífen, nestes casos, visa “manter a clareza e a pronúncia da palavra”, seguindo as diretrizes do Acordo Ortográfico e do Manual de Redação da Presidência da República.

Resumo: A única forma incorreta é “subregião”. O correto é “sub-região”. Treine sempre esse tipo de análise e consulte gramáticas como Bechara ou Cunha & Cintra para consolidar sua confiança!

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Comentários

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Sub, Sob + Radical inicial com H, B ou R (Hífen)

Ex: Sub-reina, Sub-homenagem, Sob-bancada.

►Uso do hífen: 

➪  Iguais se repelem: Pré-Escolares, Anti-inflamatório 

➪  Palavras iniciadas com h: Super-homem 

Diante de prefixos (pré,pós, pró, bem, além, aquém, recém, sem, vice): pós-graduação, vice-presidente…

➪  Diferentes se atraem: ultrassom 

➪  Mal não se usa com vogal: mal-acabado

➪  Mal se une com consoante: malcheiroso

⚠️O BEM não gosta de ninguém e o MAL não gosta de vogal

 

Uso do hífen:

Palavras compostas onde há preposição não se utiliza o hífen, Exceções –

·      Cor-de-rosa

·      Água-de-colônia

·      Arco-da-velha

·      mais-que-perfeito

·      Pé-de-meia

·      Sempre haverá hífen na palavra BEM, exceto quando for palavras derivadas de QUERER e FAZER.

·      Não se utiliza o hífen na palavra MAL quando a segunda palavra começar com H,L ou VOGAL

·      Quando uma palavra começar com vogal e a segunda palavra começar com R ou S, dobra-se o R e S; Ex: Minissaia, Antirrugas

·      Usa-se o Hífen quando o prefixo termina em R ou S e a segunda palavra inicia com R ou S, Ex: inter-regional, super-revista.

·      Palavras com vogais iguais; APLICA-SE O HIFEN

·      Palavras com vogais diferentes; SEM HIFEN

·      Segunda palavra iniciada com H; APLICA-SE HIFEN

·      Adjetivos Pátrios; Afro-Brasileiro”, “Anglo-saxão”; APLICA-SE O HIFEN

·      PARA + OUTRA PALAVRA; APLICA-SE O HIFEN

·      PARA + QUE; PARAQUEDAS, PARAQUEDISTA; SEM HIFEN

·      PARA + PEITO SEM HIFEN

·      Prefixos Ex, Vice , Pós”, “Pré”, “Pró”, “Sub”, “Sob”; APLICA-SE O HIFEN

·      Co e Re, Ex: Cooperação, Reeleição – SEM HIFEN

·      A palavra HIPER exige HIFEN apenas quando a segunda palavra começar com H ou R, Ex: Hiper-humano, Hiper-reação.

O Super-Homem é super-Rápido

Mesma coisa para:

Inter e Hiper

R ou H após, leva hífen

o correto é: sub-região.

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