Nos seus estudos sobre apreciação artística, Michael J. Parsons (1992) constatou que
era possível organizar o desenvolvimento estético em estágios que representam conjuntos de ideias
das quais as pessoas sempre se utilizam para compreender e falar sobre a arte. Tais ideias são
utilizadas por todos os estágios com um grau crescente de complexidade e autonomia, mas em cada
estágio há ênfase em determinado tipo de ideia. Sendo assim, conforme a pesquisa de Parsons, no
primeiro e no segundo estágio do desenvolvimento estético, a ideia predominante para o leitor é
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