Behring & Boschetti (2007) apontam que a
Seguridade Social instituída pela Constituição de 1988
nasce sob a promessa da universalidade e da
integralidade, mas sua efetivação logo se viu tensionada
pela lógica do ajuste fiscal e pelos mecanismos de
compressão orçamentária. As amarras introduzidas por
regras como a DRU e, mais recentemente, o teto de
gastos, reconfiguraram o pacto social, subordinando
direitos a limites fiscais rígidos e abrindo espaço à
privatização indireta. Considerando essa crítica, qual
proposição expressa de maneira mais acurada tais
impactos?