No final do mês de setembro, chega ao
pronto-socorro uma criança de 5 anos com quadro
de febre alta, irritabilidade, choro rouco e dispneia.
Não tomou nenhuma das vacinas previstas. Houve
piora do quadro clínico, com piora da dispneia,
quando o paciente passou a adotar uma postura de
hiperextensão da cabeça com a boca aberta e
queixo elevado. Foi realizada radiografia cervical
em perfil, que encontrou o sinal do polegar. A
suspeita diagnóstica para esse caso é