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Q3290952 Farmácia
Em um programa de saúde coletiva, o auxiliar de farmácia presta suporte para ações que envolvem assistência farmacêutica e vigilância sanitária. Identifique a estratégia que fortalece a integração do Sistema Único de Saúde (SUS) com o controle de surtos e a distribuição de medicamentos à população.
Alternativas

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Alternativa Correta: D

1. Tema central da questão

Esta questão aborda a integração entre assistência farmacêutica, vigilância epidemiológica e o Sistema Único de Saúde (SUS) no contexto do controle de surtos e distribuição de medicamentos. O conhecimento fundamental necessário envolve entender como a comunicação entre diferentes setores do SUS fortalece respostas rápidas e eficazes a demandas de saúde pública.

2. Resumo teórico

No SUS, assistência farmacêutica é a área responsável por garantir acesso seguro e racional aos medicamentos. Já a vigilância epidemiológica monitora e responde a eventos de saúde pública, como surtos de doenças. A integração entre essas áreas é essencial para o enfrentamento de emergências, pois a vigilância identifica necessidades e a assistência farmacêutica organiza a distribuição dos insumos de acordo com essas demandas. Segundo a Portaria GM/MS nº 3.916/98 e o Manual do SUS, uma gestão eficiente envolve informação compartilhada e decisões integradas.

3. Justificativa da alternativa correta (D)

"Manter canais de diálogo entre assistência farmacêutica e vigilância epidemiológica, cruzando dados de surtos para embasar a distribuição adequada dos insumos" é a estratégia mais alinhada às diretrizes do SUS. Esse diálogo e cruzamento de dados permitem resposta ágil, com remanejamento de medicamentos conforme a necessidade real, evitando tanto falta quanto desperdício — essencial em situações de surtos, onde a demanda pode variar rapidamente.

4. Análise das alternativas incorretas

A: Centralizar sem comunicação com a vigilância epidemiológica compromete a resposta a surtos, pois impede que informações relevantes circulem e decisões rápidas sejam tomadas.

B: Restringir informações epidemiológicas apenas às direções hospitalares limita a atuação integrada e impede que equipes da assistência farmacêutica tenham visão adequada para planejar ações.

C: Delegar vigilância sanitária a empresas privadas sem supervisão oficial fere os princípios do SUS e pode gerar riscos à saúde pública, já que a coordenação e o controle devem ser públicos e transparentes.

5. Estratégias para interpretação

Atente-se a palavras-chave como "integração", "diálogo" e "cruzamento de dados". Perguntas sobre SUS geralmente valorizam ações integradas, comunicação aberta e decisões compartilhadas. Alternativas que sugerem isolamento, restrição de informações ou privatização sem controle público costumam estar incorretas.

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