Assim, minha descoberta da minha própria identidade não
significa que eu a encontre sozinho, mas, sim, que eu a negoceie,
em parte, abertamente, em parte, interiormente, com os outros. É
por isso que o desenvolvimento de um ideal de identidade gerada
interiormente atribui uma nova importância ao reconhecimento. A
minha própria identidade depende, decisivamente, das minhas
reações dialógicas com os outros.
Charles Taylor. A Política do Reconhecimento.
In: Multiculturalismo. Lisboa: Instituto Piaget,
1998, p. 54 (com adaptações).
Com base no texto acima, é correto afirmar que