O método de rastreamento do câncer do colo do útero no Bras...

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Q3367840 Enfermagem
O método de rastreamento do câncer do colo do útero no Brasil é o exame fitopatológico (exame de Papanicolaou), que deve ser oferecido às mulheres ou qualquer pessoa com colo do útero, na faixa etária de 25 a 64 anos e que já tiveram atividade sexual. Isso pode incluir homens trans e pessoas não binárias designadas mulher ao nascer (BRASIL, 2010; INCA, 2016, 2021; WHO, 2021). A rotina recomendada para o rastreamento no Brasil é a repetição do exame Papanicolau a cada_______, após dois exames normais consecutivos realizados com intervalo de um ano. A repetição em um ano após o primeiro teste tem como objetivo reduzir a possibilidade de um resultado falso-negativo na primeira rodada do rastreamento.

Assinale a alternativa CORRETA que preenche a lacuna acima.
Alternativas

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Alternativa correta: D - três anos

1. Tema central:
Esta questão aborda o rastreamento do câncer do colo do útero, especificamente a periodicidade recomendada para o exame de Papanicolaou (citopatológico) na Atenção Básica. Trata-se de um dos principais temas em saúde da mulher e saúde pública, fundamental para profissionais de enfermagem atuantes na Estratégia Saúde da Família.

2. Resumo teórico:
O exame de Papanicolaou é a principal estratégia para rastreamento desse câncer no Brasil, conforme as diretrizes do Ministério da Saúde, INCA e OMS. O público-alvo são mulheres e pessoas com colo uterino, dos 25 aos 64 anos, sexualmente ativas. Após dois exames anuais consecutivos com resultado negativo, o exame deve ser repetido a cada três anos.
Fontes: INCA, 2016; Ministério da Saúde/Brasil, 2016/2021

3. Justificativa da alternativa correta:
A alternativa D está correta porque, segundo o Ministério da Saúde, a rotina de rastreamento preconiza que, após dois exames normais consecutivos realizados anualmente, os próximos exames de Papanicolaou devem ser realizados a cada três anos. Isso é um ponto muito exigido em concursos devido à importância da conduta correta no SUS.

4. Análise das alternativas incorretas:

  • A - doze anos: Intervalo extremamente longo, não há respaldo científico.
  • B - cinco anos: Embora pareça razoável, não é o recomendado pelo MS/INCA.
  • C - sete anos: Também não condiz com as diretrizes nacionais/internacionais.
  • E - dez anos: Intervalo inadequado, podendo comprometer a detecção precoce.

5. Estratégias de interpretação:
Atenção aos detalhes: o enunciado traz informações fundamentais (“após dois exames normais consecutivos realizados com intervalo de um ano”). Fique atento a pegadinhas que costumam usar intervalos muito longos ou fora da realidade da saúde pública.
Reforce: sempre procure lembrar dos principais protocolos e diretrizes nacionais.

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A cada 5 anos, de acordo com a nova diretriz

Fonte: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/noticias/2025/aprovada-diretrizes-brasileiras-para-o-rastreamento-do-cancer-de- colo-do-utero

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