Durante inspeção pré-operação, o operador identifica trinca...

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Q3836518 Mecânica de Autos
Durante inspeção pré-operação, o operador identifica trinca visível em aro de roda e porcas com sinais de afrouxamento ou movimentação. Considerando a gravidade potencial dessa condição e os procedimentos de segurança, a conduta correta é:
Alternativas

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Gabarito: E

Fundamento decisivo: A presença simultânea de trinca visível no aro e sinais de afrouxamento ou movimentação nas porcas caracteriza condição insegura no conjunto roda/pneu, o que impede a liberação para operação e conduz à alternativa E.

Tema central: Segurança em roda e pneu
Análise das alternativas
A
Errada
Está errada porque mantém o equipamento em operação apesar de haver trinca visível no aro e indício de comprometimento da fixação. Reduzir a pressão do pneu e operar com carga reduzida é medida improvisada que não elimina a condição crítica de segurança.
B
Errada
Está errada porque o reaperto das porcas, mesmo com torque especificado, não resolve a trinca no aro. Além disso, restringir velocidade e deixar a avaliação do aro para parada preventiva posterior contraria o critério de retirada imediata de operação diante de defeito estrutural visível em componente crítico.
C
Errada
Está errada porque aplicar produto penetrante ou vedante para 'estabilizar' a trinca é tentativa de reparo paliativo no aro trincado. A alternativa também erra ao admitir continuidade da operação com monitoramento visual, o que é incompatível com uma condição insegura já identificada.
D
Errada
Está errada porque trocar apenas as porcas com sinais de movimentação não corrige o defeito estrutural do aro. A alegação de que a trinca não apresentou propagação visível desde a última inspeção não autoriza a liberação, porque a própria existência da trinca já impede operação segura.
E
Certa
A alternativa E está correta porque determina a retirada imediata do equipamento de operação, com bloqueio e acionamento de manutenção qualificada, diante de defeito estrutural visível no aro e indício de comprometimento da fixação da roda. Nessa situação, não cabe reparo improvisado nem continuidade de uso.
Pegadinha da questão
A confusão explorada foi tratar uma falha estrutural crítica como se pudesse ser administrada por medida parcial: reaperto de porcas, redução de pressão, restrição de velocidade, monitoramento visual ou ausência de propagação visível da trinca. Nada disso substitui a retirada imediata de operação.
Dica para questões semelhantes
  • Trinca visível em componente estrutural do conjunto roda/pneu já é motivo para não liberar o equipamento para uso.
  • Sinal de afrouxamento ou movimentação nas porcas da roda agrava o risco e reforça a necessidade de imobilização imediata.
  • Medidas paliativas ou improvisadas não legitimam continuidade operacional quando há defeito estrutural crítico identificado.
  • Diante de condição insegura em componente crítico, a sequência correta é retirar de operação, sinalizar/bloquear e acionar manutenção qualificada.

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