Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta: Segu...
Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o número de mortes violentas por estado da federação em 2022 pode ser medido de duas formas básicas. No primeiro, ____________ liderou o ranking de mortes violentas a cada 100 mil habitantes, principalmente devido à sua pequena população total. Porém, o dado mais alarmante é que o segundo colocado nesse critério também é o líder do outro, mais triste ainda. Em números absolutos, o anuário aponta que __________ teve cerca de 6659 mortes intencionais em 2022, um ritmo que permanece alto em 2023 e evidencia a grande dificuldade do estado em promover uma política de segurança pública eficaz.
Gabarito comentado
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Alternativa correta: D - Amapá / Bahia
1. Tema central da questão
Essa questão aborda indicadores de violência letal por estado brasileiro, tema essencial em atualidades e Segurança Pública. O estudante deve entender a diferença entre taxa proporcional (mortes por 100 mil habitantes) e números absolutos (quantidade total de óbitos).
2. Resumo teórico
A análise da violência letal faz parte dos relatórios oficiais, como o Anuário Brasileiro de Segurança Pública (Fórum Brasileiro de Segurança Pública). São dois os principais modos de comparar estados:
- Taxa proporcional: Evidencia o grau de risco (ajustada pela população); permite comparar lugares de tamanhos diferentes.
- Número absoluto: Mostra o total de ocorrências, importante para políticas públicas de grande escala.
Normalmente, estados com população pequena podem liderar em taxa, mas não em número absoluto.
3. Justificativa da alternativa correta
Amapá liderou o ranking de mortes violentas por 100 mil habitantes em 2022, segundo o Anuário, devido à sua baixa população e alto índice proporcional. Já o estado da Bahia foi o que apresentou o maior número absoluto de mortes intencionais, com cerca de 6.659 casos. A Bahia mantém esse preocupante primeiro lugar em termos de quantidade total, o que evidencia desafios persistentes na gestão da segurança pública local.
4. Análise das alternativas incorretas
- Minas Gerais / São Paulo: Ambos têm números absolutos altos, mas taxas proporcionais menores.
- Paraná / Santa Catarina: Possuem índices de violência mais baixos.
- Goiás / Tocantins: Não lideram em nenhum dos critérios.
- Maranhão / Pará: Também apresentam números e taxas inferiores aos do Amapá e Bahia.
5. Estratégias para interpretação
Fique atento a expressões como "por 100 mil habitantes" (taxa) e "números absolutos" – são chaves para não confundir os conceitos. Outra pegadinha é associar estados mais populosos necessariamente ao maior risco proporcional, o que nem sempre ocorre.
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