Os preceitos ético-políticos e teórico-metodológicos circuns...
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eu achei algumas questões ate agora meio forçadas, é como se fossem produzidos por um pensamento militãnte que não enxerga a relidade verdadeira. É como se o pensamento do criador da questao vivesse em um globo minusculo, digo até mesmo em uma realidade paralela. Nao que racismo nao exista, existe sim, e há muitos que sofram com isso, mas vejo que a realidade não é mais como antigamente, como é descrito nas questões. Vejo o autor ainda em seculos passado. Nesse seculo, ja temos uma nova cultura que muitas vezes é percebido pelo pensamento critico de quem ver de fora como racismo, e nao notada por quem teoricamente estaria sofrenso o racismo.
A) CORRETA: Esta alternativa reflete com precisão a análise crítica do Serviço Social brasileiro. O racismo não é um fenômeno natural ou um "erro" do sistema, mas uma construção social, política e ideológica que serve aos interesses da dominação e exploração. Ele é utilizado para fragmentar a classe trabalhadora e justificar, através de uma "mistificação" da realidade, as desigualdades profundas inerentes ao modo de produção capitalista e à formação sócio-histórica brasileira.
B) INCORRETA: Afirmar que existe uma "defasagem categorial" do termo racismo é negar o caráter estrutural e persistente desse fenômeno. O Serviço Social, pautado na teoria social crítica, entende o racismo como uma categoria fundamental e atualíssima, não como um conceito que perdeu sua utilidade explicativa.
C) INCORRETA: O conceito de "racismo reverso" é refutado pelas bases teóricas do Serviço Social e pelas ciências sociais críticas. O racismo é um sistema de opressão estrutural que pressupõe poder institucional e histórico; não há simetria entre o racismo estrutural (que oprime corpos negros) e reações de resistência ou preconceito individual contra grupos historicamente dominantes.
D) INCORRETA: O antirracismo no Serviço Social não é uma escolha ou premissa "individual e subjetiva". Ele é um dever ético-político coletivo da categoria, institucionalizado no Código de Ética e nas diretrizes curriculares. A atuação não é apenas "singular", mas política, institucional e profissional, devendo ser transversal a todos os espaços sócio-ocupacionais.
E) INCORRETA: Embora o conceito de branquitude seja, de fato, basilar e fundamental para compreender a desigualdade racial, a alternativa erra ao falar em "fortalecer a democracia racial". O projeto ético-político do Serviço Social combate o mito da democracia racial no Brasil, reconhecendo-o como uma ideologia que camufla o racismo e impede o seu enfrentamento efetivo. O conceito de branquitude serve para desvelar privilégios e processos de dominação, e não para sustentar a falácia da democracia racial.
A
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