A Revolução Francesa tem sido objeto de
profundas revisões historiográficas, especialmente no
tocante à sua natureza política, simbólica e social. A
partir do contraste entre as interpretações
estruturalistas de Georges Lefebvre e Albert Soboul,
centradas na luta de classes, e as abordagens culturais
e discursivas de François Furet e Lynn Hunt, qual
proposição expressa uma crítica historiograficamente
consistente às limitações das leituras materialistas
clássicas da Revolução?