Uma professora de 48 anos, com episódio depressivo importan...

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Q4403235 Psiquiatria
Uma professora de 48 anos, com episódio depressivo importante e resposta insuficiente ao tratamento, é apresentada à proposta de eletroconvulsoterapia (ECT), inicialmente demonstrando interesse. Apresenta lentificação, culpa e pessimismo. Mantém alimentação e cuidados pessoais. A avaliação não identifica risco iminente de morte. Ao ser apresentada a detalhes sobre o procedimento e possíveis efeitos adversos, muda de ideia e decide recusar a intervenção. Antes de comunicar a recusa, pede que algumas explicações sejam repetidas pelo médico assistente. No dia seguinte, em nova entrevista, descreve com suas palavras o objetivo do tratamento, os principais riscos e as alternativas. Reconhece que a ECT pode ajudá-la e que recusar o procedimento pode prolongar seu quadro. Reconhece que a depressão a torna pessimista, mas teme prejuízo à memória após a ECT e acredita que poderia melhorar com outras opções de tratamento. Consegue comparar as consequências das opções e mantém essa escolha. A família entende que a mudança de posição e o pessimismo tornam a recusa inválida.

Qual conclusão sobre a capacidade para essa decisão é mais bem sustentada pela avaliação descrita?
Alternativas