Mulher, 23 anos, apresenta quadro agudo de delirium, pele s...
O medicamento que, mais provavelmente, é o responsável pelos achados descritos é:
Gabarito comentado
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Gabarito: D
Fundamento decisivo: O caso descreve toxíndrome anticolinérgica/antimuscarínica: delirium, pele seca, rubor, midríase, taquicardia, redução dos ruídos intestinais e retenção urinária. Entre as alternativas, a difenidramina é o fármaco com perfil farmacológico clássico para causar esse quadro em superdose, sustentando o gabarito D.
- Não feche o raciocínio em taquicardia e midríase; procure os sinais que definem bloqueio muscarínico: pele seca, íleo e retenção urinária.
- Delirium com sinais autonômicos periféricos deve ser lido como toxíndrome, não apenas como alteração inespecífica do sensório.
- Entre fármacos comuns de prova, anti-histamínicos de primeira geração com ação antimuscarínica relevante, como difenidramina, são causas clássicas desse padrão.
- Se a hipótese alternativa for serotoninérgica ou simpatomimética, confronte com os achados ausentes: clônus/hiperreflexia/diaforese na serotoninérgica e ausência do eixo pele seca + íleo + retenção urinária na simpatomimética.
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