De acordo com a nova classificação dos tumores cerebrais da ...
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Tema Central da Questão: A questão aborda a classificação dos tumores cerebrais segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), focando em alterações genéticas e suas implicações prognósticas. Entender essas classificações é crucial para o diagnóstico e tratamento adequado dos pacientes neurocirúrgicos.
Justificativa da Alternativa Correta (D): Os oligodendrogliomas IDH-mutante são, de fato, caracterizados pela presença de uma codeleção 1p/19q. Essa alteração genética é um marcador importante para o diagnóstico e está associada a um prognóstico favorável. Esta informação é consistente com a classificação molecular recomendada pela OMS, que enfatiza a importância das características genéticas na categorização dos tumores cerebrais.
Análise das Alternativas Incorretas:
- Alternativa A: A afirmação de que astrocitomas anaplásicos com perfil genético IDH1/2 têm pior prognóstico que o tipo IDH “selvagem” é incorreta. Na verdade, astrocitomas com mutação IDH têm um prognóstico melhor comparado aos “selvagens”. Estudos têm mostrado que a mutação em IDH está associada a um prognóstico mais favorável.
- Alternativa B: Nos glioblastomas IDH “selvagem”, a alteração genética mais comum não é a deleção no gene EGFR, mas sim amplificação do gene EGFR. Esta é uma característica comum e não uma deleção.
- Alternativa C: Os ependimomas de fossa posterior são mais frequentemente caracterizados pelo perfil genético RELA fusão-negativo. Além disso, a fusão RELA está associada a ependimomas supratentoriais, não de fossa posterior, o que torna a afirmação incorreta.
- Alternativa E: É incorreto afirmar que glioblastomas IDH-mutante são mais frequentes que os do tipo IDH “selvagem”. Os glioblastomas do tipo IDH “selvagem” são significativamente mais comuns e estão associados a um pior prognóstico.
Ao abordar questões como esta, é fundamental compreender as alterações genéticas específicas que definem cada tipo de tumor, pois isso orienta tanto o prognóstico quanto as opções terapêuticas. Recomenda-se o estudo das diretrizes mais recentes da OMS e outras fontes como o Harrison’s Principles of Internal Medicine e atualizações em plataformas como o UpToDate, para manter o conhecimento atualizado.
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