Acerca da evolução da Teoria Geral da Administração, abrang...
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Gabarito comentado
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Gabarito: D
Fundamento decisivo: O decisivo era identificar, na alternativa D, a rejeição de princípios universais e a dependência da eficácia à adequação da estrutura ao contexto.
- Se a alternativa afirmar que não há princípios universais de gestão e que a estrutura depende do ambiente e da tecnologia, o referencial é contingencial.
- Na Teoria dos Sistemas, descarte enunciados que tratem subsistemas como isolados; o conceito-chave é interdependência.
- Na burocracia weberiana, procure formalização, regras, impessoalidade e hierarquia; se aparecer improvisação e informalidade, há incompatibilidade conceitual.
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Teoria Científica (Frederick Taylor) 1903
Foco: Nas Tarefas (no nível operacional/chão de fábrica).
Meta: Aumentar a produtividade eliminando o desperdício de tempo e movimentos.
Conceito: Homo Economicus (o homem se move apenas por dinheiro). Sistema Fechado.
Teoria Clássica (Henri Fayol) 1916
Foco: Na Estrutura organizacional (olhar de cima para baixo).
Meta: Organizar a empresa através de departamentos e funções bem definidas.
Conceito: Criou as funções do administrador (Prever, Organizar, Comandar, Coordenar e Controlar). Sistema Fechado. (POC3)
Teoria das Relações Humanas (Elton Mayo) 1932
Foco: Nas Pessoas e nos grupos sociais (surgiu após a Experiência de Hawthorne).
Meta: Humanizar a administração, percebendo que o trabalhador motivado produz mais.
Conceito: Homo Social (o homem se move por aceitação do grupo) e a descoberta da Organização Informal.
Teoria Burocrática (Max Weber) 1940
Foco: Na Estrutura e nas regras.
Meta: Buscar a previsibilidade total do comportamento humano através da impessoalidade, formalidade e meritocracia.
Conceito: Combate à corrupção e ao favoritismo, mas gerou as famosas "disfunções" (excesso de papelada e rigidez).
Teoria Neoclássica (Peter Drucker) 1954
Foco: Nos Objetivos e Resultados (Fins).
Meta: Ressurgimento prático da Teoria Clássica, mas de forma flexível e adaptada aos novos tempos.
Conceito: Redefiniu as funções administrativas para o famoso PODC (Planejar, Organizar, Dirigir e Controlar) e criou a APO (Administração por Objetivos).
Teoria Estruturalista 1947 a 1950s
Foco: Na Estrutura e no Ambiente.
Meta: Unir a visão formal (Clássica/Burocrática) com a visão informal (Relações Humanas).
Conceito: Primeira teoria a começar a olhar para fora da empresa (início da análise do ambiente externo).
Teoria Comportamental (Behaviorista) 1957
Foco: No Comportamento das pessoas dentro da organização.
Meta: Estudar a motivação humana a fundo para melhorar a gestão (evolução direta das Relações Humanas).
Conceito: Teorias de motivação clássicas de prova (Pirâmide de Maslow e Teoria dos Dois Fatores de Herzberg).
Teoria Contingencial 1970s
Foco: No Ambiente e na Tecnologia.
Meta: Adaptar a empresa à situação do momento. Não existem regras fixas.
Conceito: A teoria do "Depende". O ambiente externo e as ferramentas tecnológicas determinam como a organização deve se estruturar.
A Teoria Clássica propõe que a estrutura organizacional deve ser altamente flexível, adaptando-se rapidamente às pressões do ambiente externo, princípio que constitui a base da teoria Contingencial moderna.
A Teoria dos Sistemas entende a organização como um conjunto de partes independentes que funcionam de maneira isolada, sem necessidade de integração entre os subsistemas.
A Teoria Burocrática, desenvolvida por Max Weber, caracteriza-se por estruturas flexíveis, informalidade e valorização da improvisação para aumento da eficiência.
A Teoria Contingencial, pertencente ao período moderno da administração, afirma que não existem princípios universais de gestão e que a eficácia depende da adequação da estrutura organizacional às variáveis ambientais, tecnológicas e situacionais.
Teoria Contingencial (Moderna): Afirma que "nada é absoluto, tudo depende". Não há uma única forma ideal de gerenciar; a estrutura e as práticas dependem da situação, do ambiente externo e da tecnologia.
Teoria Clássica (Fayol): Preava a rigidez, centralização e foco na estrutura interna, e não na flexibilidade ou no ambiente externo (quem foca no ambiente externo é a Teoria Contingencial).
Teoria dos Sistemas: Entende a organização como um sistema aberto e interdependente, no qual todas as partes funcionam juntas e integradas (e não isoladas).
Teoria Burocrática (Weber): É pautada pela formalidade, regras rígidas, impessoalidade e hierarquia, sendo exatamente o oposto de informalidade e improvisação.
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