Os comunicados oficiais trazem reduções e abreviações, desde...
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Na língua portuguesa, uma das regras gerais mais tradicionais e comuns para a formação de abreviaturas vocabulares (fixada por gramáticos e manuais de redação) consiste em escrever a primeira sílaba e a primeira letra (ou letras) da sílaba seguinte, cortando o restante da palavra e colocando um ponto final indicativo de abreviação.
Veja como essa regra se aplica na prática:
- pág. (pág-i-na) -> primeira sílaba (pág) + primeira letra da segunda (i), mas como a primeira já termina em consoante, o corte ocorre logo após a consoante seguinte.
- doc. (doc-u-men-to) -> primeira sílaba (doc) + primeira letra da segunda (u), parando na consoante.
- sec. (sec-re-tá-ri-o) -> primeira sílaba (sec).
A) No caso de símbolos químicos, estes devem ser escritos com letras minúsculas sem ponto: Incorreto.
Os símbolos químicos de elementos com duas letras exigem que a primeira seja maiúscula e a segunda minúscula (ex: Na para Sódio, Cl para Cloro, Fe para Ferro).
Quando têm apenas uma letra, ela é obrigatoriamente maiúscula (ex: O para Oxigênio, C para Carbono).
B) Símbolos – reduções conhecidas internacionalmente que devem ser escritas com letra maiúscula, sem ponto, no singular: Incorreto.
Embora os símbolos realmente não levem ponto e não aceitem plural (ex: 10 h, 5 kg, 50 m), eles nem sempre são escritos com letra maiúscula.
Símbolos de unidades de medida, por exemplo, só levam maiúscula se derivarem de um nome próprio (ex: W de Watt, A de Ampère, V de Volt).
Unidades comuns ficam em minúscula (m para metros, g para gramas, l ou L para litros).
C) Siglas – usadas para ampliar locuções substantivas próprias: Incorreto.
As siglas servem para reduzir (simplificar ou resumir) locuções substantivas compostas, e não para ampliá-las (ex: IBGE em vez de Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
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