A Política Nacional de Atenção ...
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Resposta correta: Alternativa A
Tema central: trata-se da Política Nacional de Atenção às Urgências (PNAU), que organiza a atenção às situações urgentes e emergenciais em rede, articulando componentes pré‑hospitalares, hospitalares e de retaguarda para garantir resposta rápida e integral.
Resumo teórico: a PNAU prevê uma rede composta por serviços como o SAMU 192 (atenção pré‑hospitalar móvel), UPAs 24h (atenção de proximidade para urgências de média complexidade), emergências hospitalares, regulação do fluxo de pacientes, transporte assistencial e mecanismos de apoio para eventos de grande porte ou desastres. A ideia chave é articular pontos de atenção para reduzir danos, garantir fluxos e proteger a continuidade do cuidado.
Fontes: documentos e diretrizes do Ministério da Saúde sobre PNAU e organização do SUS (documentação técnica disponível no portal do Ministério da Saúde / Secretaria de Atenção à Saúde).
Por que a alternativa A está correta: a Força Nacional de Saúde (ou mecanismos de mobilização de equipes e recursos do SUS para desastres, calamidades ou eventos de massa) integra a resposta ampliada da PNAU, atuando como componente estratégico de apoio logístico e assistencial quando a capacidade local é superada. Ou seja, trata‑se de um instrumento para ampliar a rede de urgência em situações excepcionais.
Análise das alternativas incorretas:
B — Os LACENs são fundamentais para vigilância e análises laboratoriais em saúde pública, mas não são apresentados como componente estratégico da PNAU voltado ao atendimento imediato de urgências clínicas.
C — Os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) cuidam de saúde mental e crises psiquiátricas específicas, não sendo a porta de entrada única para todas as urgências clínicas da rede de urgência.
D — As Academias da Saúde têm foco em promoção e prevenção (atividades físicas, educação em saúde) e não compõem a estrutura operacional da rede de urgências para atendimento emergencial.
E — O Programa Melhor em Casa (atenção domiciliar/desospitalização) é relevante para cuidado continuado, mas não integra a estrutura de resposta imediata e a mobilização assistencial típica da PNAU.
Dica de prova: ao ver “componentes estratégicos da PNAU”, foque em serviços e mecanismos que garantem resposta imediata e mobilização em massa (SAMU, UPAs, regulação e mecanismos de apoio em desastres). Perguntas tentam confundir com programas de atenção primária ou vigilância.
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A – A criação da Força Nacional de Saúde do SUS (FN-SUS) para atuar em situações de desastres, calamidades públicas ou eventos de massa ✅
Explicação detalhada:
A Política Nacional de Atenção às Urgências (PNAU) organiza a atenção à urgência em rede, integrando diferentes pontos de atenção, como:
- SAMU 192 → atendimento pré-hospitalar móvel.
- UPAs 24h → unidades de pronto atendimento de referência intermediária.
- Hospitais de referência → para casos graves que necessitam de atendimento especializado.
- Força Nacional de Saúde do SUS (FN-SUS) → componente estratégico para situações excepcionais, como desastres naturais, acidentes de grande porte ou eventos de massa.
As demais alternativas não fazem parte da estrutura estratégica da PNAU:
- B – LACENs atuam em vigilância laboratorial, não como componente de urgência.
- C – CAPS atuam em saúde mental, não como porta de entrada para urgências gerais.
- D – Academias da Saúde têm foco em promoção e prevenção, não em urgência.
- E – Programa Melhor em Casa foca em atendimento domiciliar, não em rede de urgência.
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