Sobre os tipos de interações externas no processo de inovaçã...
1. Fontes de informação abertas
2. A aquisição de conhecimento e tecnologia
3. A inovação cooperativa
( ) Provém da compra de conhecimento externo e de bens de capital (máquinas, equipamentos, software) e de serviços incorporados no novo conhecimento ou tecnologia, sem interação com a fonte.
( ) Oferecem informações de livre acesso, que não exigem qualquer pagamento sobre os direitos de propriedade tecnológica ou intelectual ou interação com a fonte
( ) Exige a cooperação ativa com outras empresas ou instituições de pesquisa em atividades tecnológicas (e pode compreender a compra de conhecimentos e tecnologia).
Assinale a opção que representa a sequência correta.
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Gabarito: C
Fundamento decisivo: O ponto decisivo foi identificar o vínculo com a fonte em cada descrição: compra sem interação indica aquisição de conhecimento e tecnologia; livre acesso sem pagamento indica fontes abertas; cooperação ativa indica inovação cooperativa.
- Separe as categorias primeiro pelo tipo de relação com a fonte: sem interação, com livre acesso, ou com cooperação ativa.
- Se houver compra de conhecimento, máquinas, equipamentos, software ou serviços incorporados, sem interação com a fonte, classifique como aquisição de conhecimento e tecnologia.
- Se o texto destacar livre acesso e ausência de pagamento por direitos de propriedade tecnológica ou intelectual, classifique como fonte de informação aberta.
- Se aparecer atuação conjunta ativa com empresas ou instituições de pesquisa, a categoria é inovação cooperativa.
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C
A aquisição de conhecimento e tecnologia ocorre via compras sem interação com a fonte. As fontes de informação abertas oferecem dados de livre acesso sem custos de propriedade intelectual. Já a inovação cooperativa exige cooperação ativa entre empresas ou instituições.
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O Capítulo 6 do Manual de Oslo (4ª edição, 2018) foca na dinâmica de como o conhecimento circula entre a empresa e o ambiente externo. Ele introduz e formaliza metodologicamente o conceito de Inovação Aberta, tratando o processo inovativo como algo distribuído que atravessa as fronteiras organizacionais.
Abaixo estão os pontos centrais sintetizados do capítulo:
- Fluxos de Conhecimento: A inovação aberta é definida pela gestão estratégica de fluxos de conhecimento que entram (mecanismos de entrada) e saem (mecanismos de saída) da organização.
- Fronteiras Organizacionais: O manual reconhece que nenhuma empresa detém todo o conhecimento necessário para inovar sozinha, transformando a interação com o ecossistema em uma competência central.
O capítulo detalha e classifica as três formas principais pelas quais as empresas interagem externamente para absorver ou transferir conhecimento, conectando-se diretamente ao exercício anterior:
- Fontes de Informação Abertas: Informações e dados de livre acesso público que servem como inspiração ou base conceitual, sem necessidade de pagamento de royalties, direitos de propriedade intelectual (PI) ou contato direto com a fonte (ex: publicações científicas, feiras, internet).
- Aquisição de Conhecimento e Tecnologia: Compra direta de ativos intangíveis (patentes, licenças, know-how) ou tangíveis (máquinas, equipamentos e softwares que já vêm com tecnologia embarcada), caracterizada por ser uma transação comercial sem cooperação ou interação de longo prazo com o fornecedor.
- Inovação Cooperativa (Cooperação em Inovação): Trabalho conjunto e ativo com parceiros externos em projetos de P&D ou desenvolvimento tecnológico. Exige esforço mútuo e compartilhamento de riscos e benefícios, podendo envolver contratos de coautoria ou coinvenção.
O manual orienta a coleta de dados sobre quem são esses agentes externos com os quais a empresa se conecta, dividindo-os em:
- Ambiente de Mercado: Fornecedores de insumos/equipamentos, clientes, usuários do setor público ou privado, e empresas concorrentes.
- Ambiente de Pesquisa/Infraestrutura: Universidades, institutos de pesquisa pública ou privada, e centros de formação técnica.
- Mecanismo de Atração e Proteção: Os direitos de PI (como patentes, marcas e desenhos industriais) não servem apenas para bloquear concorrentes, mas funcionam como a "moeda de troca" e o suporte jurídico seguro para viabilizar os fluxos de conhecimento na inovação aberta.
- Segurança nas Parcerias: A definição clara de titularidade e contratos de licenciamento permite que as empresas compartilhem informações estratégicas com terceiros sem o risco de apropriação indevida.
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