Entre condutas sobre segurança no deslocamento intra-hospita...
Gabarito comentado
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Tema central: Segurança no deslocamento intra-hospitalar para prevenir quedas, colisões e perda de dispositivos (cateteres, sondas, oxigenoterapia). Envolve planejamento, identificação correta, proteção física (grades/cinto), ajuste do equipamento e comunicação entre setores.
Gabarito (INCORRETA): D
Justificativa: Nunca se deve baixar as grades laterais para “facilitar a passagem” durante o transporte. As grades e o cinto são barreiras primárias contra queda e projeção do paciente em curvas, paradas bruscas ou irregularidades do piso. Em corredores estreitos, a conduta segura é mudar a rota, trocar o dispositivo de transporte (ex.: maca mais estreita) e/ou solicitar apoio para manobras, sem sacrificar a proteção. Diretrizes de segurança do paciente (ANVISA/MS – Protocolo de Prevenção de Quedas; The Joint Commission; UpToDate – Intra- and inter-hospital transport of the critically ill) recomendam manter dispositivos de contenção apropriados e o paciente continuamente supervisionado durante o deslocamento.
Análise das demais alternativas (corretas):
A) “Travar as rodas” nas transferências evita deslocamento inesperado; “apoio de pés” e “correias” ajustados previnem deslizamentos e trações indesejadas em membros e dispositivos. Prática alinhada ao Safe Patient Handling e prevenção de quedas (ANVISA/MS).
B) Conferir identificação na pulseira e confirmar destino previnem “troca de pacientes” e extravios; alinhar tempo com o setor de chegada reduz esperas e improvisos. Coerente com o Protocolo de Identificação do Paciente e Comunicação Efetiva (ANVISA/OMS).
C) Manter grades elevadas e colocar o cinto antes de sair são barreiras contra queda; avisar curvas e paradas melhora a colaboração do paciente e reduz sobressaltos, diminuindo risco de deslocamento de cateteres.
E) Planejamento de rotas para evitar desníveis/portas pesadas, checar elevadores e informar restrições são medidas de gestão de risco que minimizam colisões e interrupções do trajeto. Recomendado por Joint Commission e práticas institucionais de transporte seguro.
Dica de prova: Desconfie de propostas que “desativam” barreiras de segurança (grades/cinto) durante o transporte. A solução correta é ajustar o processo (rota, equipe, equipamento), não retirar a proteção.
Referências essenciais: ANVISA/Ministério da Saúde – Protocolos de Prevenção de Quedas, Identificação do Paciente e Comunicação Efetiva; The Joint Commission – Safe Patient Transport; UpToDate – Intra- and inter-hospital transport of the critically ill.
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