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Q4300405 Farmácia
O manejo farmacológico da asma brônquica sofreu profundas atualizações conceituais e terapêuticas nos últimos anos. As diretrizes nacionais e globais de saúde desestimulam o tratamento de resgate isolado com broncodilatadores e estabelecem novos paradigmas para o tratamento contínuo e para a abordagem da asma grave persistente com o auxílio de imunobiológicos de alta tecnologia.
Analise as afirmativas a seguir sobre a farmacoterapia aplicada ao sistema respiratório.

I. A recomendação terapêutica contemporânea desestimula o uso isolado de agonistas beta-2 adrenérgicos de curta ação (SABA) como terapia de alívio isolada, priorizando o uso precoce de corticosteroides inalatórios (CI) para tratar o processo inflamatório crônico subjacente.
II. A estratégia de manutenção e alívio (MART/SMART) preconiza o uso associado de corticosteroide inalatório (CI) e o broncodilatador formoterol (um agonista beta-2 de longa ação com rápido início de efeito) em um único dispositivo para o tratamento regular e as necessidades de resgate.
III. Os agonistas beta-2 adrenérgicos de longa ação (LABA) que apresentam início de ação lento, como o salmeterol, constituem a indicação de primeira linha para o resgate imediato e reversão rápida de crises agudas de broncoespasmo grave.
IV. No fenótipo de asma grave persistente não controlada, o uso de anticorpos monoclonais imunobiológicos (como terapias anti-IgE, anti-IL5/5R ou anti-IL-4/13) atua bloqueando vias inflamatórias específicas da cascata imunológica T2/eosinofílica.

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