Uma puérpera de 29 anos, no 5º dia após parto cesáreo, procura
atendimento por dor hipogástrica progressiva e redução
importante do fluxo de lóquios nas últimas 24 horas. Refere
sensação de pressão pélvica, mas nega febre, calafrios ou malestar. Ao exame físico, apresenta útero discretamente
aumentado e doloroso à palpação, sem sinais clínicos de infecção
uterina. A ultrassonografia evidencia distensão da cavidade
uterina por conteúdo líquido compatível com loquiometria.
Se não tratada adequadamente, a principal complicação
associada a essa condição é a