Entre as miopatias inflamatórias idiopáticas, é considerada ...
Entre as miopatias inflamatórias idiopáticas, é considerada rara:
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Tema central da questão: Trata-se de miopatias inflamatórias idiopáticas, um grupo de doenças autoimunes musculares caracterizadas principalmente por fraqueza muscular proximal e processos inflamatórios no tecido muscular esquelético. Conhecer a epidemiologia dessas miopatias é fundamental para acertar questões de concursos.
Justificativa da alternativa correta (E - Miosite nodular localizada):
A miosite nodular localizada é uma entidade extremamente rara. Distingue-se das outras formas clássicas por se manifestar como nódulos isolados ou múltiplos nos músculos, de evolução predominantemente localizada.
Segundo revisões do tema publicadas em bancos como UpToDate e estudos de caso presentes na literatura internacional, essa variante possui pouquíssimos relatos descritos e não compõe a epidemiologia tradicional das miopatias inflamatórias (UpToDate – “Idiopathic inflammatory myopathies in adults: Overview”, acesso 2023).
Por sua raridade, a alternativa E é a correta conforme o padrão epidemiológico das miopatias.
Análise das alternativas incorretas:
A) Polimiosite: Embora tenha incidência inferior à da dermatomiosite, não é considerada rara. Sua apresentação clássica envolve fraqueza muscular proximal simétrica. O Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) do Ministério da Saúde descreve-a como uma das formas mais reconhecidas.
B) Dermatomiosite: Apresenta manifestações musculares e cutâneas típicas, como o rash heliotrópico e as pápulas de Gottron. É uma das miopatias inflamatórias mais prevalentes nos adultos e em crianças.
C) Síndrome da superposição: Embora envolva desafios diagnósticos e tenha menor frequência em relação à dermatomiosite, não é classificada como rara, pois retrata a associação de miopatias com outras doenças autoimunes, como lúpus e esclerodermia.
D) Miosite por corpos de inclusão: Apesar de ser menos prevalente em relação às anteriores, particularmente comum em idosos e de evolução geralmente insidiosa, não é considerada rara na literatura, como exemplificado no artigo de revisão de Dalakas (Lancet Neurol, 2021).
Dica estratégica para provas:
Fique atento a termos como "rara", pois quase sempre apontam para entidades clínicas pouco debatidas em grandes diretrizes. Foque também nos padrões epidemiológicos citados nas Diretrizes Oficiais e revisões sistemáticas.
Conclusão: A alternativa E é a correta por tratar-se da única rara entre as apresentadas.
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