Em um hospital, o fluxo de atendimento de pacientes em um ce...
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A Teoria das Restrições (TOC) baseia-se na premissa de que qualquer sistema complexo, seja uma linha de produção ou um fluxo de projetos, possui pelo menos uma restrição (gargalo) que limita sua capacidade de atingir metas. Em vez de tentar otimizar todas as etapas isoladamente — o que geralmente causa acúmulo de estoques e custos — a TOC foca em identificar esse ponto crítico e subordinar o ritmo de todo o processo a ele, garantindo que o esforço de melhoria seja direcionado onde realmente trará ganho de vazão. Em suma, é a aplicação prática da lógica de que "uma corrente é tão forte quanto seu elo mais fraco", transformando a gestão em um ciclo contínuo de identificação, exploração e superação de limites. É valido ressaltar que o gargalo sempre existira, o que pode ocorrer é ele mudar de lugar. Outro ponto é o OPT: software e o método prático que deu origem à Teoria das Restrições (TOC).
Tambor: Gargalo quem dita o ritmo.
Pulmão: Estoque para absorver possíveis intercorrências, para que o gargalo não pare de produzir. Lembrando que pulmão é medido em tempo e não em unidades de peças. Podendo se dividir em:
- Pulmão de restrição
- Pulmão de carregamento
- Pulmão de montagem
Corda: Alinhamento entre o tambor/gargalo aos inputs. Lembrando, a corda só permite uma nova entrada quando o tambor processa algo.
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