O autor problematiza a adoção do índice de Massa Corporal (I...
Próximas questões
Com base no mesmo assunto
Ano: 2025
Banca:
LEGALLE Concursos
Órgão:
Prefeitura de Caxias do Sul - RS
Prova:
LEGALLE Concursos - 2025 - Prefeitura de Caxias do Sul - RS - Professor de Português |
Q3972116
Português
O autor problematiza a adoção do índice de Massa Corporal (IMC) como parâmetro absoluto para a classificação do estado de saúde de um indivíduo. Considerando a crítica central formulada no texto, analise as partes que seguem:
(1ª parte): O IMC revela-se destituído de robustez epistemológica e, à luz das limitações conceituais que o fragilizam, deve ser prontamente desqualificado como ferramenta confiável para fins de avaliação clínica criteriosa.
(2ª parte): A crítica mais substancial dirigida ao IMC reside em sua incapacidade de incorporar variáveis determinantes como a composição corporal individual e o nível de exigência metabólica decorrente da prática de atividade física, circunstância que o torna suscetível a induzir a classificações diagnósticas equivocadas, muitas vezes estigmatizando indivíduos metabolicamente saudáveis como clinicamente comprometidos.
(3ª parte): A rejeição ao IMC, por vezes, se ancora na equivocada suposição de que quadros de obesidade são ontologicamente compatíveis com um estado de saúde plena, o que implicaria, sob tal perspectiva, a desnecessidade de monitoramento clínico especializado.
Das partes, NÃO se pode afirmar que:
(1ª parte): O IMC revela-se destituído de robustez epistemológica e, à luz das limitações conceituais que o fragilizam, deve ser prontamente desqualificado como ferramenta confiável para fins de avaliação clínica criteriosa.
(2ª parte): A crítica mais substancial dirigida ao IMC reside em sua incapacidade de incorporar variáveis determinantes como a composição corporal individual e o nível de exigência metabólica decorrente da prática de atividade física, circunstância que o torna suscetível a induzir a classificações diagnósticas equivocadas, muitas vezes estigmatizando indivíduos metabolicamente saudáveis como clinicamente comprometidos.
(3ª parte): A rejeição ao IMC, por vezes, se ancora na equivocada suposição de que quadros de obesidade são ontologicamente compatíveis com um estado de saúde plena, o que implicaria, sob tal perspectiva, a desnecessidade de monitoramento clínico especializado.
Das partes, NÃO se pode afirmar que:
