Leia o texto: Por que Asterix é bom para a leitura. E Mônic...
Próximas questões
Com base no mesmo assunto
Ano: 2022
Banca:
AMAUC
Órgão:
Prefeitura de Peritiba - SC
Prova:
AMAUC - 2022 - Prefeitura de Peritiba - SC - Fiscal de Tributos - Edital nº 2 |
Q4395714
Português
Leia o texto:
Por que Asterix é bom para a leitura. E Mônica. E Homem-Aranha. E Dragon Ball. E...
Não sei ao certo a quantas andam os livros didáticos de hoje, mas quando eu estava na quinta série, meu livro de História não era nada atraente, nem para mim nem para a maioria absoluta dos meninos e meninas de 11 anos que estudavam em um ótimo colégio público de São Carlos. Talvez por isso, lembro-me com clareza do dia em que a professora da disciplina - dona Carmem - fez uma pergunta a um colega sobre o Império Romano e o garoto desandou a falar sobre César, Brutus, Marco Antônio, Pompeu, a passagem do Rubicão, decuriões, centuriões e por aí afora.
A mestra, surpresa, perguntou: como ele sabia tudo aquilo? Havia lido tudo no livro e o que mais? De onde surgira aquele conhecimento tão inesperado quanto a paixão pelo assunto? A resposta foi tão deliciosa quanto desconcertante: Asterix. O garoto, Maurício, adorava as aventuras do baixinho gaulês criado para os quadrinhos por Uderzo e Goscinny. Depois que se divertia lendo os exemplares da coleção que o pai guardava muito sabiamente como um tesouro, tinha a curiosidade despertada e corria para os livros - não só o didático, mas todas as enciclopédias disponíveis em casa e na biblioteca - para checar informações, conferir o que era real e saber mais sobre os personagens reais que apareciam na aventura fictícia.
(D. Jota Carvalho. Em: Revista Discutindo Literatura. P. 55-56.)
Em relação às regras de concordância verbal, as ocorrências destacadas no texto, justifica-se por:
Por que Asterix é bom para a leitura. E Mônica. E Homem-Aranha. E Dragon Ball. E...
Não sei ao certo a quantas andam os livros didáticos de hoje, mas quando eu estava na quinta série, meu livro de História não era nada atraente, nem para mim nem para a maioria absoluta dos meninos e meninas de 11 anos que estudavam em um ótimo colégio público de São Carlos. Talvez por isso, lembro-me com clareza do dia em que a professora da disciplina - dona Carmem - fez uma pergunta a um colega sobre o Império Romano e o garoto desandou a falar sobre César, Brutus, Marco Antônio, Pompeu, a passagem do Rubicão, decuriões, centuriões e por aí afora.
A mestra, surpresa, perguntou: como ele sabia tudo aquilo? Havia lido tudo no livro e o que mais? De onde surgira aquele conhecimento tão inesperado quanto a paixão pelo assunto? A resposta foi tão deliciosa quanto desconcertante: Asterix. O garoto, Maurício, adorava as aventuras do baixinho gaulês criado para os quadrinhos por Uderzo e Goscinny. Depois que se divertia lendo os exemplares da coleção que o pai guardava muito sabiamente como um tesouro, tinha a curiosidade despertada e corria para os livros - não só o didático, mas todas as enciclopédias disponíveis em casa e na biblioteca - para checar informações, conferir o que era real e saber mais sobre os personagens reais que apareciam na aventura fictícia.
(D. Jota Carvalho. Em: Revista Discutindo Literatura. P. 55-56.)
Em relação às regras de concordância verbal, as ocorrências destacadas no texto, justifica-se por: