Mesmo sendo um estado pequeno em sua dimensão territorial, ...
Gabarito comentado
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Resposta correta: Alternativa D
Tema central: interpretação de padrões de Geografia Física do estado do Rio de Janeiro — relevo, clima, hidrografia e cobertura vegetal. Esse conhecimento é essencial em provas porque exige integração entre mapas, tipos climáticos e biomas.
Resumo teórico rápido: o Rio de Janeiro situa‑se na faixa costeira sudeste do Brasil, com presença dos maciços da Serra do Mar e planícies litorâneas. A vegetação predominante é a Floresta Ombrófila Densa (Mata Atlântica) em áreas montanhosas e litoral; na região serrana há influência de clima tropical de altitude, com temperaturas mais amenas e maior pluviosidade orográfica (ver IBGE — Mapa de Biomas; INMET — Atlas Climático).
Por que a alternativa D é correta? Porque descreve com precisão a realidade física do estado: a coexistência de diversas formações vegetais (predomínio da Mata Atlântila nos maciços florestados) e tipos climáticos variados, incluindo áreas de clima tropical de altitude na serra. Isso reflete a topografia costeira recortada e a influência marítima e orográfica, compatível com fontes como o IBGE e estudos sobre a Mata Atlântica e o clima do Sudeste.
Análise das alternativas incorretas
A — Incorreta. O estado não possui extensas bacias hidrográficas navegáveis comparáveis às grandes bacias amazônica ou do rio Paraná. Seus rios são curtos e de drenagem costeira; há potencial hidroelétrico em limitações locais, mas não o reconhecido caráter extensivo e navegável sugerido.
B — Incorreta. Embora a costa fluminense participe das bacias petrolíferas offshore (Bacia de Campos), a afirmação generaliza e erra ao incluir carvão mineral em abundância e a ideia de grande produção on‑shore. O carvão não é característico do estado do Rio de Janeiro (regiões carboníferas ficam no Sul do Brasil).
C — Incorreta. O relevo do estado é acidentado em trechos (serras e maciços), porém não apresenta picos que ultrapassem 3.000 m. O ponto mais alto do estado é inferior a esse valor (ex.: Agulhas Negras ~2.7 km, dentro do parque de Itatiaia), logo a cifra de 3.000 m é imprecisa.
Dica de interpretação para provas: relate feições físicas ao território real: verifique dados de altitude, presença de biomas e tipo de rios. Termos absolutos como “extensas”, “abundância” ou valores extremos (>3.000 m) costumam ser armadilhas — exija evidências locais antes de assinalar.
Fontes sugeridas: IBGE (Mapas de Biomas e relevo); INMET (Atlas Climático); CPRM — Serviço Geológico do Brasil (informações sobre bacias e recursos minerais).
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