A configuração morfológica da superfície terrestre é o
resultado de uma dinâmica dialética e contínua entre
duas forças opostas: os processos endógenos, que
atuam no interior da Terra criando as grandes estruturas
geológicas, e os processos exógenos, que operam na
atmosfera e na biosfera desgastando e esculpindo as
formas superficiais. Geopoliticamente, o domínio sobre
as diferentes formas de relevo e a compreensão de sua
gênese são fundamentais para o planejamento militar,
para a implantação de eixos logísticos de transporte e
para o gerenciamento de riscos associados a
movimentos de massa em encostas urbanas.
Com base na interação entre os agentes formadores e
modeladores do relevo terrestre, a escultura das formas
superficiais do planeta é caracterizada pela: