Após as medidas iniciais, o paciente apresenta FC = 115 bpm...
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.
D.M.H.M., do sexo feminino, de 72 anos, dá entrada no pronto atendimento com queixa de tosse produtiva e febre há cinco dias. Ao exame físico, apresenta-se com temperatura axilar 39 ºC, PA = 94x52 mmHg, frequência cardíaca de 110 bpm, SatO2 = 92% em ar ambiente, frequência respiratória de 30 ipm, frequência cardíaca de 110 bpm e ECG = 14 devido à confusão mental. Ausculta pulmonar com estertores crepitantes em terço médio à direita.
Gabarito comentado
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Gabarito: B
Fundamento decisivo: O critério que define a conduta é a instabilidade hemodinâmica com disfunção orgânica em contexto infeccioso: a provável pneumonia evolui, após medidas iniciais, com PA 80x45 mmHg, taquicardia persistente e sonolência excessiva, quadro compatível com sepse em progressão para choque séptico, o que exige internação em UTI e reanimação imediata com nova expansão volêmica e, se a hipotensão persistir, amina vasoativa.
- Em paciente com infecção provável, hipotensão associada a confusão mental ou sonolência deve ser lida como disfunção orgânica até prova em contrário.
- Se houver piora hemodinâmica após medidas iniciais, o critério decisivo passa a ser necessidade de ressuscitação e monitorização intensiva, não o foco infeccioso isoladamente.
- Não reduza pneumonia grave a suporte de oxigênio quando o enunciado traz sinais de choque circulatório.
- Em alternativas de conduta, descarte opções que atrasem estabilização imediata em paciente com hipotensão persistente.
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