A disfagia orofaríngea em pacientes críticos
apresenta elevada prevalência, especialmente após
intubação prolongada. Skoretz et al. (2020) defendem a
avaliação precoce com protocolos clínicos e
instrumentais para reduzir riscos e ampliar segurança.
Qual proposição representa a conduta terapêutica mais
consistente nesse cenário?