Rhodococcus equi é uma bactéria Gram-positiva, não esporulad...

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Q2627201 Veterinária

Rhodococcus equi é uma bactéria Gram-positiva, não esporulada, encapsulada, identificada como frequente causa de _________________ em _________________. O tratamento com antibióticos _______________ geralmente não é eficaz.


Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

Alternativas

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Gabarito: D

Fundamento decisivo: A questão se resolve pela associação clássica de Rhodococcus equi com broncopneumonia em potros jovens e pela baixa eficácia de betalactâmicos nesse contexto, por se tratar de agente com comportamento intracelular facultativo; por isso, a alternativa D é a única compatível com a base do enunciado.

Tema central: Rhodococcus equi em potros
Análise das alternativas
A
Errada
Está errada porque garrotilho não é a doença clássica causada por Rhodococcus equi, e sim uma entidade etiologicamente associada a Streptococcus equi subsp. equi. A alternativa mistura duas infecções bacterianas de equinos que podem confundir pelo contexto respiratório, mas o quadro típico de R. equi é pneumonia em potros, não garrotilho.
B
Errada
Está errada por incompatibilidade clínica e epidemiológica. Oftalmia periódica não é manifestação típica de Rhodococcus equi, e garanhões não são a categoria clássica acometida. A associação proposta falha nas duas primeiras lacunas, independentemente da classe antimicrobiana citada.
C
Errada
Está errada porque balanopostite não corresponde à apresentação frequente e clássica de Rhodococcus equi em equinos, e a formulação com 'cavalos' perde o dado epidemiológico central da questão, que é o acometimento de potros jovens. A presença de macrolídeos funciona como distrator, porque essa classe tem relação com o tratamento do agente, mas a alternativa cai por erro de síndrome e população acometida.
D
Certa
A alternativa D é a única que alinha os três pontos decisivos da questão: Rhodococcus equi é agente classicamente ligado à broncopneumonia/piogranulomatosa em equinos, essa apresentação é típica de potros jovens, e o perfil farmacológico do agente desfavorece o uso de betalactâmicos como terapia principal, porque a bactéria pode persistir no meio intracelular. Portanto, a correção não depende de um detalhe isolado, mas da concordância simultânea entre síndrome clínica, faixa etária e resposta terapêutica esperada.
E
Errada
Está errada em todos os eixos relevantes: laminite não é manifestação típica de Rhodococcus equi, éguas não representam a população clássica da infecção, e macrolídeos não são a classe geralmente ineficaz; ao contrário, a base informa que o problema terapêutico recai sobre betalactâmicos, enquanto esquemas clássicos contra o agente envolvem fármacos com melhor ação intracelular.
Pegadinha da questão
A banca explorou duas confusões reais: inserir macrolídeos em alternativas clinicamente erradas para induzir marcação pela lembrança da terapêutica, e misturar doenças equinas conhecidas, como garrotilho, com etiologia diferente da de Rhodococcus equi.
Dica para questões semelhantes
  • Quando aparecer Rhodococcus equi em equinos, pense primeiro em pneumonia/broncopneumonia de potros jovens.
  • Use a idade do animal como critério de exclusão: em R. equi, a faixa etária típica é decisiva para afastar alternativas com adultos, garanhões ou éguas.
  • Na parte terapêutica, valorize o comportamento intracelular do agente: isso explica por que betalactâmicos isoladamente tendem a falhar.
  • Não marque alternativa só porque cita um antimicrobiano conhecido; confirme se doença, espécie/categoria e farmacologia estão coerentes ao mesmo tempo.

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