Um paciente com 33 anos de idade apresenta asma brôn...
Com base nesse caso hipotético, é correto afirmar que a classificação espirométrica da asma do paciente é um distúrbio ventilatório
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Tema central: .
Na avaliação de uma espirometria para distúrbios ventilatórios, três parâmetros são fundamentais: . O ocorre quando o (menor que 75% do previsto segundo as principais diretrizes), enquanto o grau da obstrução é estipulado pela redução percentual do VEF1. Segundo o e as recomendações do Ministério da Saúde:
- Leve: VEF1 entre 60% e 79% do previsto.
- Moderada: VEF1 entre 40% e 59%.
- Grave: VEF1 < 40%.
No caso proposto, o paciente apresenta:
- (dentro do grupo leve)
- (inferior a 75%)
, pois há redução do VEF1 e da relação VEF1/CVF, mas o VEF1 permanece entre 60%-79%.
:
ERRADA. Moderado exige VEF1 entre 40-59%.
. VEF1 entre 60-79%, com relação VEF1/CVF reduzida. Corresponde ao perfil apresentado.
ERRADA. Grave seria VEF1 <40%.
ERRADA. No distúrbio restritivo idealmente a relação VEF1/CVF está normal ou elevada, além da CVF < 80%. Aqui, a relação está reduzida, caracterizando obstrução.
ERRADA. Diagnóstico misto exige redução de VEF1/CVF e CVF, além de confirmação via prova com broncodilatador e volumes pulmonares.
Fique atento para diferenças sutis entre obstrução leve e moderada, e sempre analise todos os parâmetros da espirometria. Termos como “ganho significativo” após broncodilatador não alteram a gravidade basal do distúrbio.
Segundo o "Projeto Diretrizes: Diagnóstico e Tratamento da Asma Brônquica" AMB, p. 9: ""
Trata-se de distúrbio ventilatório obstrutivo leve. Domine os critérios percentuais espirométricos para não errar questões como esta!
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