A etnomatemática pode ser vista como uma abordagem que envo...
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Vamos analisar a questão sobre etnomatemática. Esse é um tema importante que trata de como diferentes culturas entendem e aplicam a matemática em seus contextos cotidianos e socioculturais.
A pergunta pede para identificar qual das opções não reflete um aspecto central da etnomatemática. Vamos examinar as alternativas:
Alternativa A: A negação de conhecimentos matemáticos acadêmicos e sua substituição por saberes locais.
Esta é a alternativa correta. A etnomatemática não busca negar ou substituir o conhecimento matemático acadêmico. Em vez disso, procura integrar e valorizar os saberes locais, demonstrando que diferentes práticas matemáticas podem coexistir. Portanto, essa afirmação não está de acordo com a essência da etnomatemática.
Alternativa B: A valorização de práticas matemáticas distintas de comunidades específicas, como agricultores e artesãos.
Essa alternativa está correta dentro do contexto da etnomatemática. Este campo de estudo realmente valoriza as práticas matemáticas específicas de diversas comunidades, reconhecendo sua importância e contribuição.
Alternativa C: A integração de técnicas e habilidades culturais para explicar fenômenos da realidade.
Igualmente, esta alternativa é verdadeira no contexto da etnomatemática. O objetivo é justamente integrar técnicas culturais para ampliar a compreensão de fenômenos, sem ignorar ou substituir a matemática formal.
Alternativa D: O reconhecimento da diversidade de sistemas matemáticos em diferentes culturas.
A etnomatemática reconhece e valoriza a diversidade de sistemas matemáticos que existem em diferentes culturas, o que torna essa alternativa correta.
Alternativa E: A contextualização da matemática na história e no cotidiano de diferentes povos.
Essa é uma prática central da etnomatemática: contextualizar a matemática de modo que ela faça sentido para diferentes povos ao longo da história, destacando sua aplicação prática no cotidiano.
Portanto, a Alternativa A é a única que não reflete um aspecto central da etnomatemática. Espero que essa explicação tenha ajudado a esclarecer o tema!
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A etnomatemática é um campo da educação matemática que estuda a relação entre a matemática e a cultura. O termo foi criado pelo pesquisador brasileiro Ubiratan D’Ambrosio, nos anos 1980.
- “Etno” → refere-se ao grupo cultural, com seus costumes, tradições e saberes.
- “Matemática” → não só a matemática acadêmica, mas todo o conjunto de práticas de contar, medir, classificar, comparar, organizar.
- “Tica” → remete às técnicas, modos de fazer.
Assim, a etnomatemática busca valorizar os saberes matemáticos presentes nas práticas culturais, mostrando que não existe uma única forma de pensar matematicamente.
- Povos indígenas que usam diferentes sistemas de numeração e formas de medir o tempo.
- Quilombolas que organizam o plantio e a colheita de acordo com ciclos lunares.
- Artesanato (trançados, bordados, cestarias) que envolve geometria, simetria e proporções.
- Comerciantes de feira que fazem cálculos rápidos de preços e troco sem formalizar na “matemática escolar”.
- Valoriza a diversidade cultural dentro da escola.
- Mostra que a matemática não é neutra nem universal em sua prática, mas se manifesta de várias maneiras no cotidiano das culturas.
- Contribui para uma educação multicultural e inclusiva, conectando saberes da comunidade com os conteúdos escolares.
fonte: ChatGPT
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