São hábitos de higiene pessoal, EXCETO:
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Tema central: distinguir higiene pessoal (cuidados do corpo e hábitos individuais que reduzem risco de doenças) de higiene ambiental (condições do domicílio e do entorno). A palavra-chave é EXCETO, ou seja, identificar o que não é higiene pessoal.
Alternativa correta (A) – Justificativa: manter a casa limpa, ventilada e com luz natural é um hábito de higiene ambiental/doméstica, não um cuidado direto com o corpo. Embora essencial para prevenção de agravos (ex.: doenças respiratórias, vetores), não se classifica como higiene pessoal. Estratégia de prova: sublinhe mentalmente “pessoal” e descarte tudo que se refere a ambiente. Referências: OMS/UNICEF WASH; Ministério da Saúde – Vigilância em Saúde Ambiental.
Análise das demais alternativas (não são o EXCETO):
B – Não compartilhar roupa íntima: é um hábito de higiene pessoal. Reduz transmissão por fômites de dermatofitoses (tinha), escabiose (sarna) e pediculose. Observação: ISTs raramente se transmitem por roupas, mas o princípio de não compartilhar itens pessoais é adequado. Base: orientações de controle de infecções dermatológicas (CDC; UpToDate).
C – Lavar as mãos antes das refeições: é uma das medidas de higiene pessoal mais eficazes, prevenindo transmissão fecal-oral (ex.: diarreias, hepatite A). Diretriz OMS/WHO Hand Hygiene: água e sabão por 40–60 s ou preparação alcoólica quando mãos não visivelmente sujas. Evidência robusta de redução de infecções gastrointestinais e respiratórias.
D – Evitar contato direto com assentos de vasos sanitários públicos: trata-se de comportamento de higiene pessoal visando reduzir contato com fômites e secreções. Pegadinha: do ponto de vista científico, a transmissão de ISTs por assentos é muito improvável; o risco principal em banheiros públicos provém das mãos. Assim, medidas mais efetivas são: higienizar as mãos, usar protetor de assento/papel e evitar tocar olhos/nariz/boca. Referências: CDC – Health Hygiene; UpToDate – Fomite transmission.
Estratégia para a prova: quando o enunciado pedir “higiene pessoal”, pense em atos aplicados ao corpo (mãos, pele, roupas pessoais, hábitos íntimos). Se a alternativa descrever condições do ambiente (casa, água, lixo, ventilação), classifique como higiene ambiental e avalie se é o “EXCETO”. Atenção à pegadinha da alternativa D: apesar de controversa em termos de impacto, ainda é comportamento individual de higiene.
Fontes úteis: WHO Guidelines on Hand Hygiene in Health Care; OMS/UNICEF WASH; Ministério da Saúde (Vigilância em Saúde Ambiental); CDC – Hygiene and Fomite Transmission; UpToDate – Patient education on handwashing.
Gabarito: A.
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Comentários
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A alternativa "A" é o EXCETO, pois manter a casa limpa é um hábito de higiene ambiental, e não pessoal. Os outros hábitos citados (não compartilhar roupa íntima, lavar as mãos antes das refeições e evitar sentar em vasos sanitários públicos) são sim hábitos de higiene pessoal.
- A) Manter a casa limpa, higienizada, ventilada e com iluminação natural: Este é um hábito de higiene ambiental ou de limpeza do ambiente, e não pessoal.
- B) Não compartilhar roupa íntima, como calcinhas, cuecas, sutiãs, com outras pessoas: Este é um hábito de higiene pessoal, que evita a transmissão de doenças.
- C) Lavar as mãos antes das refeições: Este é um hábito de higiene pessoal, essencial para evitar a ingestão de microrganismos.
- D) Evitar sentar em vasos sanitários de banheiros públicos ou em casas de pessoas desconhecidas: Este é um hábito de higiene pessoal, que previne a contaminação por fungos e bactérias.
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